domingo, 1 de novembro de 2015

Você sabe por que muitas pessoas rangem os dentes? E como parar?

Já lhe aconteceu de acordar com dores de cabeça, no maxilar e na face? Se isso acontece com alguma frequência, você pode sofrer de bruxismo noturno. Mas porque muitas pessoas rangem os dentes durante a noite? Os especialistas explicam que isto se deve ao estresse e a ansiedade.

Como reporta o jornal El Confidencial, segundo um estudo realizado por especialistas do Hospital Ruber Dental de Madrid, mais de 70% da população adulta pode sofrer de bruxismo na Espanha.

Além de desgastar os dentes e o deixar com dores de cabeça, de ouvidos, no maxilar e no rosto, ranger os dentes durante a noite pode provocar o aparecimento de cáries, gengivites, traumatismos nas gengivas e até pode fazer com que fique com o maxilar preso.
Mas além do estresse, os especialistas sugerem que o bruxismo também pode ser um efeito secundário do maxilar desalinhado ou do consumo de alguns medicamentos.

Para combater este problema pode utilizar um aparelho protetor durante a noite, que deve ser feito sob medida por um dentista. Nunca deve usar um protetor de silicone como os que os pugilistas utilizam, uma vez que se o seu bruxismo for por causa do maxilar desalinhado pode agravar ainda mais o problema.

Mas se quiser mesmo prevenir este problema, pode tentar diminuir o estresse seguindo as seguintes recomendações: ingerir menos cafeína; evitar o álcool; não mascar chicletes; seguir uma dieta saudável e equilibrada; fazer exercícios de respiração; fazer exercícios para relaxar a zona do maxilar; manter uma rotina pré-sono; e pensar positivo.


Fonte: Notícias ao minuto

terça-feira, 7 de abril de 2015

4 dicas da neurociência para melhorar a sua concentração...

Do excesso de informações ao design dos escritórios, a rotina profissional está cheia de obstáculos para a concentração.
É injusto culpar apenas a tecnologia, o bode expiatório mais comum para justificar a distração. Usados com bom senso, recursos como apps e softwares podem ser grande aliados para a produtividade.

O problema está no mau uso desses dispositivos, de acordo com Carla Tieppo, professora adjunta da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
A neurocientista afirma que as pessoas desenvolveram uma relação de dependência com a tecnologia. "É prazeroso checar as redes sociais ou trocar mensagens pessoais pelo smartphone", diz ela. "Para muita gente, esse hábito se tornou irresistível, como um vício".

As distrações, no entanto, causam um enorme prejuízo de tempo e energia. A cada interrupção, demoramos cerca de 23 minutos para voltar à nossa tarefa original, segundo uma especialista ouvida pelo Wall Street Journal.

Como então manter o foco? Não há solução mágica. Segundo Carla, as distrações só são vencidas pelo esforço e pela autodisciplina. “É preciso se policiar diariamente”, afirma ela.

Mesmo assim, a neurociência traz algumas orientações fáceis de implementar que podem ajudar os mais dispersos. Confira a seguir:

1. Divida sua jornada de trabalho em fatias

Segundo Carla, o cérebro humano consegue se fixar num único objeto durante 50 ou 60 minutos. Depois desse período, a atenção inevitavelmente se esvai.

A dica é trabalhar ininterruptamente durante esse bloco temporal, e então fazer um intervalo de cinco a 10 minutos para checar mensagens do celular, acessar redes sociais ou levantar para tomar um café.
“A pausa ajuda a descansar as áreas ativas no cérebro até então”, explica a professora. Após esse breve período de relaxamento, você estará pronto para outra sessão de trabalho.

2. Mantenha-se bem alimentado durante todo o dia

Trabalhar em jejum não é uma boa ideia para quem busca concentração. Isso porque o sitema atencional requer uma grande quantidade de energia, segundo a neurocientista.

Durante a jornada de trabalho, é aconselhável ter sempre algo no estômago: tanto para que haja força suficiente no organismo para manter o foco, quanto para que o cérebro não se distraia com a fome.
Não é necessário ingerir grandes quantidades de alimento. Segundo Carla, basta uma barrinha de cereais ou um suco entre as principais refeições do dia.

3. Ouça música (que você já conheça) 

Fones de ouvido podem ser um recurso excelente para manter o foco. Além de reduzir o ruído ambiente, ouvir música pode trazer bem-estar.“Não é bom escolher um repertório ‘deprê’, o ideal é que ele seja leve e prazeroso”, diz Carla. “É importante que você não se envolva demais com a trilha sonora, apenas relaxe com ela”.

A neurocientista recomenda escolher um repertório que você já conhece. Uma música nova exige mais atenção do cérebro, até para ele decidir se gosta dela ou não, por exemplo.
Uma sugestão é montar playlists com duração de 50 a 60 minutos, já que esse é o tempo máximo em que conseguimos prestar atenção ininterrupta. “Quando a música acabar, você já saberá que é hora de fazer a pausa”, diz ela.

4. Elimine a bagunça e o desconforto

De acordo com Carla, mesas de trabalho caóticas são “horríveis para o cérebro”. Isso porque o sistema nervoso tende a se espelhar no ambiente externo. “Se não há lógica do lado de fora, fica difícil se organizar mentalmente”, afirma.

É verdade que o caos pode ser um grande aliado na busca por criatividade e inovação. Mas, se o seu objetivo é terminar uma tarefa, é melhor manter a sua escrivaninha limpa e organizada.
A falta de cuidado com a ergonomia também pode gerar distrações. “A sua postura de trabalho deve ser correta e confortável, para que o seu cérebro não se concentre mais no cansaço do corpo do que no trabalho”, recomenda a professora.


Fonte: Exame.com / Saúde e Bem-estar 

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Um estudo que prova que o chocolate faz emagrecer!...



Adoramos seu sabor, o modo como se derrete na língua, o bem-estar que ele nos traz... Infelizmente, nada pior do que o drama de consciência que sentimos logo depois de ter comido alguns quadradinhos de uma barra: quantas horas de ginástica vou precisar para queimar todas as calorias?

Este tipo de culpa poderia pertencer ao passado, pelo menos, se você quiser acreditar nos últimos estudos feitos sobre o chocolate. Na verdade, parece que um consumo alto de chocolate poderia lhe ajudar a manter o peso sob controle.
Há dois anos os pesquisadores americanos constataram que um consumo alto de chocolate traria, certamente, uma grande quantidade de calorias e matéria gordurosa ao organismo, mas que ela desencadearia também um índice de massa corporal (IMC) incrivelmente mais baixo. O estudo foi feito com de cerca de 1018 pessoas com idades entre 20 e 85 anos.

Cientistas europeus se dedicaram também sobre esta questão. Estes últimos levaram em conta jovens entre 12 e 18 anos dos quais eles estudaram sempre a mesma seção de pele através de uma análise bioelétrica: eles puderam assim avaliar a quantidade e a composição de massa gordurosa corporal dos jovens voluntários. Além disto, dados referentes ao regime alimentar e atividades físicas dos jovens foram coletadas duas vezes por semana.

O resultado é surpreendente!

Mais os jovens consumiam chocolate, mais seu índice de massa corporal (ICM), sua cintura e sua quantidade de gordura corporal era baixa. A idade ou o sexo pareciam não ter influência, mas ao contrário, estudos estão em andamento para ver se os hábitos alimentares (consumo regular de frutas e legumes ou tipo de bebidas preferidas) podem explicar este surprendente resultado. Qualquer que seja o resultado, o chocolate parece ter um efeito positivo sobre o peso e a quantidade de gordura corporal: para os cientistas, o mérito se deve à ação antioxidante dos polifenóis (em particular dos flavonóides) do chocolate. Sabemos de fato que estas substâncias permitem reduzir o risco de doenças cardiovasculares.

Podemos então dar liberdade total à gulodice?

Vamos poder devorar tabletes inteiros de chocolate sem remorsos? Não é tão simples assim. Os cientistas insistem sobre o fato de que estes primeiros resultados precisam ainda de confirmação.
É preciso principalmente estudar mais de perto alguns aspectos: há uma diferença entre comer chocolate amargo e chocolate ao leite, por exemplo?


Fonte: Saúde e Bem-estar

domingo, 29 de março de 2015

Fique atento aos sintomas da dengue em crianças...

O número de casos de dengue aumentou significativamente este ano. Segundo o Ministério da Saúde, de janeiro até o início de março, o país registrou 224 mil casos. 

O estado de São Paulo concentra 55% dos registros, são mais de 123 mil pessoas diagnosticadas com a doença. Se o adulto adoentado já sofre com os sintomas, uma criança então sofre ainda mais.

"A dengue na criança pode começar com um quadro de síndrome febril com sinais de fraqueza, sonolência, recusa da alimentação e de líquidos, vômitos e diarreia. Os sintomas podem ainda regredir alguns dias depois de aparecerem deixando uma falsa impressão de melhora para os pais do pequeno, mas o quadro clínico depois pode voltar a piorar", alerta o pediatra e neonatologista, Dr. Jorge Huberman.

Existe ainda uma forma mais grave da doença, a dengue hemorrágica. Ela acontece quando a pessoa já foi infectada anteriormente por um tipo diferente do vírus. "Na dengue hemorrágica os sintomas são mais intensos. Podem acontecer hemorragias nasais, gengivais, urinárias e gastrointestinais. Há também ocorrências raras em que a pressão arterial baixa tanto que pode levar a um choque e até a morte",explica o pediatra.

Dr. Jorge dá algumas dicas aos pais: "Não medique seu filho antes de consultar o médico, deixe ele em repouso e, o mais importante, combata os focos de acúmulo de água na sua residência. A dengue não é contagiosa e, para se infectar, a criança precisa ter sido picada pelo mosquito hospedeiro da doença, o Aedes aegypti",completa o médico.


Fonte: Saúde e Bem-estar

sábado, 28 de março de 2015

Drenagem linfática emagrece?

Muitas pessoas buscam tratamentos estéticos, como a drenagem linfática, com o objetivo de emagrecer. Mas será que esses tratamentos realmente tem esse efeito? Para esclarecer essa dúvida, é preciso primeiro entender como a drenagem linfática funciona.

O sistema linfático, mesmo apresentando vasos frágeis, auxilia na remoção do excesso de líquido, moléculas de proteínas e resíduos celulares que vêm do resultado do metabolismo celular, entre outras matérias dos espaços teciduais. Além de seu funcionamento ser ligado ao sistema vascular, pode ser visto como alternativo meio de drenagem, tornando os líquidos em movimento, trazendo equilíbrio de proteínas e líquidos teciduais.

Qualquer alteração negativa no funcionamento circulatório normal do organismo pode caracterizar disfunção, podendo acarretar a necessidade de optar por um sistema de drenagem externo. Neste caso, a drenagem linfática manual está indicada para inchaço, podendo ser priorizada também em casos de pré e pós-operatório, desintoxicação, regeneração do tecido e caso de comprometimento do retorno da circulação sanguínea.

O líquido que está no espaço entre tecidos é levado para o centro de drenagem através de manobras manuais específicas com pressão externa e velocidades adequadas, que, se realizadas por um profissional competente, levam o líquido de dentro do vaso linfático a se deslocar e a produzir uma queda da pressão dentro do vaso, o que auxilia na entrada do excesso do líquido intersticial para o interior do vaso, através de pressão negativa. Considera-se uma abordagem suave e lenta, empurrando a linfa (líquido circulante no sistema linfático).

A drenagem linfática não produz emagrecimento, mas, ao melhorar a condição do edema existente no indivíduo, trazendo melhora na retenção de líquido pré-existente, passará essa impressão, pois há uma aparência de menor inchaço. 


Fonte: Minha Vida

sexta-feira, 27 de março de 2015

Cascas e sementes são ricas em nutrientes; veja como consumi-las...

Já foi comprovado cientificamente que muitos vegetais têm a maior concentração de suas vitaminas e fibras em partes que, na maioria das vezes, são descartadas durante preparo.

E uma memória muito comum entre as pessoas é o antigo costume dos familiares de criar inúmeras receitas com as cascas dos alimentos.

O velho hábito já virou até moda em restaurantes mais sofisticados: é um interessante desafio para os chefes de cozinha fazer com que as cascas, os talos e as sementes sejam saboreados na alimentação e tornem pratos cada vez mais saudáveis.

Mas essas experiências não precisam ficar restritas aos grandes chefes, em casa também é possível criar! Com o objetivo de inovar as receitas de sopas, bebidas e doces, muitas marcas especializadas em utensílios de cozinha, que já desenvolvem seus artigos visando o bem estar dos seus usuários, têm criado eletroportáteis bem modernos que trituram alimentos inteiros para que você possa turbinar suas receitas.

Apesar de tudo isso, muitas pessoas ainda deixam de lado as cascas por conta dos agrotóxicos, mas é importante saber que não é possível eliminá-los totalmente só desfazendo-se das cascas e talos. Lavar os alimentos antes do consumo é muito importante e pode retirar o excesso das substâncias, mas jamais os eliminará por completo.

Não é comum ver alguém preparando alguma receita utilizando cascas de kiwi, cebola ou banana, mas todos essas partes dos alimentos contém nutrientes e podem se tornar receitas saborosas.

A casca da cebola, por exemplo, tem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes e seu preparo mais comum é em sopas e caldos. Também por uma questão de textura, é recomendável que a casca seja muito bem triturada com a cebola.

A casca da banana, por outro lado, protege os olhos e pode combater a catarata. Existem inúmeras receitas de bolos, tortas, doces e até bife feitas somente com essa parte poderosa da banana.

O kiwi também é um poderoso antioxidante, mas a sua casca tem três vezes mais antioxidantes do que a polpa. As receitas mais comuns são de sucos, que não têm o sabor tão diferentes do suco feito com a poupa da fruta, caso a casca seja bem triturada.

Apesar de ser mais comum receitas com as cascas de berinjela e batata, é importante frisar que elas são riquíssimas em vitaminas. No caso da casca da batata, pode haver mais vitamina C do que em uma laranja inteira. Já a berinjela é muito rica em magnésio e potássio.

Possibilidades não faltam, é só deixar a criatividade fluir e criar pratos saborosos, econômicos e muito saudáveis.


Fonte: Guia da Semana

quinta-feira, 26 de março de 2015

Dieta antienvelhecimento "reduz" idade e quilos na balança...

Conseguir perder o peso desejado e ainda parecer mais jovem e ter a pele mais bonita é o melhor dos mundos para quem se preocupa com o corpo. O foco da dieta antienvelhecimento é exatamente esse.

Composto principalmente por alimentos ricos em antioxidantes, o cardápio deve ser de baixa caloria (com redução de 30% a 50% da quantidade ingerida normalmente), para garantir também o emagrecimento. Peixes (ricos em ômega-3), cereais integrais (cheios de fibras), frutas, verduras e legumes (com antioxidantes, vitaminas A, C e E), e muita água são a base do programa alimentar.

Cranberry, romã, uva, frutas vermelhas e cítricas, tomate e maçã são alguns dos exemplos de itens que vale a pena inserir na lista de compras. Em compensação, alimentos gordurosos, farinha branca e doces estão de fora, por estimularem a produção de radicais livres, provocadores do envelhecimento precoce.

Para que o efeito rejuvenescedor da comida seja mais perceptível, é preciso também buscar novos hábitos de vida. Além de mudar a alimentação, é preciso ter comportamentos mais saudáveis, como não fumar, controlar o estresse, usar protetor solar e praticar atividades físicas com moderação.


Fonte: Saúde e Bem-estar

terça-feira, 24 de março de 2015

Não quer ter miopia? Então passe mais tempo ao ar livre...

Quer diminuir as chances de uma criança ter miopia? Faça com que ela passe mais tempo ao ar livre.

Ao menos, é isso que alguns pesquisadores acreditam. Em uma matéria publicada na revista Nature, alguns cientistas afirmam que a exposição dos olhos à luz natural pode diminuir as chances do desenvolvimento da miopia.

Para esses pesquisadores, o fator genético não é tão decisivo no desenvolvimento do distúrbio.

Um grupo de cientistas australianos chegou à conclusão de que é possível diminuir as chances de desenvolver miopia com iluminação natural. O estudo aponta a exposição a uma luminosidade de 10.000 lux (uma métrica para intensidade de luz) por três horas diárias como o suficiente.

Essa iluminação é equivalente à que uma pessoa é exposta ao usar óculos escuros sob a sombra de uma árvore durante um dia de sol. Um dia nublado também tem cerca de 10.000 lux.

O problema é que ambientes fechados com iluminação artificial fornecem apenas 500 lux. Com isso, passar mais tempo em ambientes assim tem permitido o aumento na quantidade de pessoas com miopia ao redor do mundo.

Estudos apontam que 90% da população adolescente e adulta da China já tem miopia. No país, estudantes de 15 anos passam 14 horas por semana fazendo tarefas para a escola. Há 60 anos, a taxa de miopia no país era entre 10% e 20%.

Nos Estados Unidos, previsões afirmam que até 2020 mais de um terço da população terá miopia. De acordo com uma estimativa da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, os índices de míopes no Brasil ficam entre 11% e 36%.

Pé atrás

Alguns cientistas, no entanto, afirmam que a teoria tem de ser vista com cautela. Eles sustentam que a relação entre a luminosidade e a diminuição das chances de se ter miopia não é forte o suficiente.

Ian Flitcoft, especialista em miopia do Hospital Universitário Infantil de Dublin, afirma que ao ar livre a luminosidade não é o único fator diferente de um ambiente fechado. Outro, por exemplo, é a distância dos objetos que o olho tenta enxergar.

“Fazer da luminosidade a explicação para a miopia é uma simplificação grosseira para um processo complexo”, disse ele a Nature.


Fonte: Exame.com

segunda-feira, 23 de março de 2015

Sexo pode ser causa de dor de cabeça...

Alguns tipos de dor de cabeça só acontecem durante o ato sexual. São dores de cabeça raras, mas que não devem ser negligenciadas, pois podem sinalizar alguma doença grave como um sangramento cerebral. 
As cefaleias ligadas ao ato sexual são chamadas de cefaleias pré-orgásticas e orgásticas. 
A cefaleia pré-orgástica ocorre durante a relação sexual, com sua intensidade aumentando conforme a excitação sexual aumenta. Costuma ocorrer na cabeça toda e região cervical. 
A cefaleia orgástica ocorre de maneira súbita no exato momento do orgasmo, como uma dor explosiva e de forte intensidade.
Não se sabe ainda porque essas cefaleias ocorrem, mas a cefaleia pré-orgástica parece estar ligada a uma excessiva contração muscular na região da cabeça e pescoço durante o ato sexual. Já as cefaleias orgásticas podem acontecer devido à contração dos vasos sanguíneos da cabeça, durante e logo após o orgasmo.

Essas cefaleias acometem mais os homens que as mulheres, sendo mais comum entre os 20 e 40 anos. Tendem a ter curta duração, mas podem durar ate 24 horas e requerer tratamento medicamentoso. É mais comum em pessoas que tenham enxaqueca e cefaleia do tipo tensional, indivíduos com obesidade e/ou muito estressados.

As dores de cabeça não necessariamente ocorrem em todas as relações sexuais. A frequência pode variar de individuo para individuo, sendo que alguns podem apresentar essas cefaleias esporadicamente, mas outros podem apresentar em todas as relações sexuais.

Todo homem ou mulher que apresentar pela primeira vez uma cefaleia aguda e de forte intensidade no ato sexual deve procurar um atendimento medico de urgência. Exames precisam ser realizados para exclusão de quadros graves como rompimento de aneurismas e sangramentos cerebrais - e esses exames devem ser realizados o mais rápido possível. Se os resultados se mostrarem normais, um neurologista deve acompanhar esse quadro.

Dependendo da duração, e principalmente da frequência da cefaleia, podem ser indicados medicamentos no momento da crise e medicamentos para prevenir que as crises aconteçam.


Fonte: Saúde e Bem-estar 

sábado, 21 de março de 2015

Estalar os dedos pode ser irritante, mas é perigoso para a saúde?

Estalar os dedos causa algum risco à saúde? Por muito tempo, circula o mito de que isso causa artrite. Mas será que isso é apenas uma história que a mãe de alguém contou para conter esse hábito?

Se você costuma estalar os dedos e articulações, não tenha medo: a ciência está do seu lado, na maior parte. Esse hábito provavelmente fará pouco mais do que irritar seus entes queridos e colegas de trabalho que precisam estar perto de você durante o dia todo.

O Vox explica por que as suas articulações estalam:

Por isso, você precisa esperar cerca de vinte minutos para estalar os dedos de novo: os gases retornarão ao fluido, e o processo poderá se repetir. Quanto mais você faz isso, mais frouxa - e mais fácil de estalar - fica a articulação.

Só que isso não causa artrite ou coisa parecida. Na verdade, em um estudo de 2010 com 215 pessoas, descobriu-se que quem não estalava os dedos tinha taxas levemente mais altas de artrite. Isso significa que você deveria estalar os dedos para evitar a doença? Não: o estudo descobriu que isso não é um fator relevante para o desenvolvimento de artrite.

O caso mais emblemático é de Donald Unger, que adotou o hábito de estalar os dedos por sessenta anos - mas só na mão esquerda. Ele não desenvolveu artrite em nenhuma das mãos. Ele ganhou um prêmio Ig Nobel de Medicina pelo experimento; o prêmio é dado a “conquistas que primeiro fazem você RIR, depois fazem PENSAR”, segundo o site oficial.

Existe, no entanto, um estudo de 1990 com 300 pessoas que concluiu: quem estala as juntas durante um longo período de tempo pode sofrer com inchaço na mão e perder força de preensão manual - mas não houve uma nova pesquisa para confirmar ou questionar isso.

O Hospital Israelita Albert Einstein, por sua vez, explica que "não existem dados suficientes que indiquem malefícios no hábito de estalar os dedos, mas tudo o que é exagerado pode trazer consequências negativas".

Você vai continuar a estalar os dedos, ou está com medo desse hábito? Bem, se você ainda não se decidiu, pode fazer como Donald Unger e estalar uma só mão para o resto da vida e ver o que acontece. 


Fonte: Saúde e Bem-estar

sexta-feira, 20 de março de 2015

Quer menos stress? Veja menos o e-mail...


Toneladas de e-mails por ler e por responder? Fica stressado cada vez que consulta o o seu correio eletrónico? A solução é simples: consulte-o menos vezes.

O estudo da University of British Columbia, no Canadá, publicado no jornal Computers in Human Behavior, envolveu 124 voluntários adultos, entre estudantes, analistas financeiros e médicos, e concluiu que limitar as consultas ao correio eletrônico pode ajudar a aliviar o stress psicológico de estudantes e trabalhadores.

Os voluntários foram divididos em dois grupos, um deles instruído a limitar as idas à caixa de e-mail durante uma semana - lendo e respondendo às mensagens apenas três vezes por dia – e continuando os outros a consultar o e-mail como habitualmente, sem operar mudanças nos seus hábitos. As instruções foram depois invertidas entre grupos por mais uma semana, e, ao longo do estudo, os voluntários foram respondendo a questionários diários que avaliaram os seus níveis de stress.

Os resultados mostram que as pessoas se sentem menos estressadas quando veem o e-mail com menor frequência, explica em comunicado um dos autores da investigação, Kostadin Kushlev. O investigador reconheceu, no entanto, que esta verificação quase compulsiva do correio eletrónico é difícil de controlar. “A maioria dos participantes achou bastante difícil ver o e-mail poucas vezes por dia”, revela. Mas é aqui que o estudo se torna interessante, porque isto só comprova quanta ansiedade provoca a consulta frenética do mail: "Mesmo achando difícil resistir à tentação de ir ao e-mail, resistir-lhe contribui para reduzir o stress", conclui o investigador.

Assim, se quer reduzir os seus níveis de stress já sabe o que tem a fazer: em vez de estar constantemente a fazer refresh à caixa de correio e a ler e responder aos e-mails à medida que eles chegam, opte por escolher dois ou três momentos por dia para o fazer e, à hora definida, faça a consulta e dê as respostas. Esta é, de resto, de acordo com outras investigações, também uma forma de ser mais produtivo, evitando a interrupção constante de outras tarefas.

Fonte: WEBMD  / Saúde e Bem-estar

Pistache proporciona saciedade e é bom para o coração...


O pistache é uma oleaginosa muita rica em nutrientes. Possui um perfil de ácidos graxos benéficos para a saúde cardiovascular, assim como proteínas, fibras, potássio, magnésio, vitamina K, y-tocoferol (vitamina E) e inúmeros fitoquímicos. A sua coloração verde e roxa é resultado da presença de luteína e antocianina. Entre as castanhas, o pistache contém maior teor de potássio, y-tocoferol, vitamina K, fitosteróis e carotenóides.

Estudos sugerem que o pistache ajude na atividade antioxidante e anti-inflamatória, no controle glicêmico e na função endotelial. Quando consumido com moderação ajuda no controle de peso, por causa do seu efeito na saciedade.

Os antioxidantes protegem o corpo dos danos causados pelos radicais livres. Funções naturais do corpo e o exercício físico produzem radicais livres, que atacam células saudáveis tornando-as suscetíveis a danos. Antioxidantes como a vitamina E e carotenoides (betacaroteno e luteína) ajudam a proteger as células. Quando pistaches são consumidos, os níveis desses antioxidantes sobem no sangue. Eles ajudam a prevenir a oxidação de colesterol LDL, a inflamação e a sua deposição nos vasos causando doenças cardiovasculares, por exemplo.

A adição de pistache em refeições de alto índice glicêmico poderia diminuir a resposta glicêmica pós-refeição. Pesquisas mostram que o perfil de nutrientes do pistache, incluindo proteínas, gorduras saudáveis e fibras, possa ajudar nesse controle glicêmico. Essa composição de nutrientes também teria efeito na saciedade, pois com os nutrientes sendo absorvidos de forma mais lenta, o tempo de saciedade seria maior.

Por ser rico em fibras, o pistache também é um alimento muito saudável para o intestino. Uma porção de aproximadamente 30 gramas fornece 3 gramas de fibra dietética, ou aproximadamente 12% da recomendação diária.

Ainda, a presença da luteína é importante para a saúde da visão e da pele. A retina possui altas concentrações de luteína e zeaxantina, carotenoides envolvidos na fotoproteção dos olhos. E a luteína pode prevenir os danos dos raios ultravioleta na pele.

Cada tipo de castanha possui uma mistura diferente de nutrientes, portanto o melhor é consumir uma variedade. Não existe uma recomendação para o consumo de pistache. O sugerido seria o consumo de aproximadamente 20 a 30 gramas de castanhas por dia, que pode ser feito nos lanches, por exemplo.
Na hora da compra, prefira os pistaches com casca, sem sinais de mofo, umidade ou com danos causados por insetos. Assim, o risco de adquirir um pistache contaminado por aflatoxinas é menor.

As aflatoxinas são substâncias produzidas por fungos, que contaminam os alimentos, sem modificar o sabor, e se consumidas constantemente em longo prazo podem aumentar o risco de câncer hepático. 
*Artigo realizado com a colaboração da nutricionista Fabiana Honda da PB Consultoria em Nutrição. 


Fonte: Saúde e Bem-estar

quinta-feira, 19 de março de 2015

Obesidade eleva em até 40% risco de 7 tipos de câncer...

Uma pesquisa da organização britânica Cancer Research UK sugere que a obesidade aumenta em até 40% as chances de mulheres desenvolverem sete tipos de câncer.

O problema pode aumentar o risco de câncer de intestino, câncer de mama depois da menopausa, de vesícula biliar, rins, pâncreas, útero e câncer de esôfago.

Segundo os pesquisadores, a obesidade pode aumentar o risco de desenvolver câncer de muitas formas. Uma possibilidade é que a doença esteja ligada à produção de hormônios em células de gordura, especialmente o estrogênio.
Acredita-se que o estrogênio seja o combustível para o desenvolvimento de câncer.

A pesquisa analisou um grupo de mil mulheres obesas e descobriu que, neste grupo, 274 tinham maior tendência a desenvolver câncer ao longo de sua vida.

Os pesquisadores também analisaram um grupo de mil mulheres com o peso considerado normal e descobriram que 194 mulheres tinham chances de ser diagnosticadas com câncer durante suas vidas.

Para Julie Sharp, chefe do setor de informações para saúde da Cancer Research UK, 'pequenas mudanças' no estilo de vida já podem ajudar a evitar a doença em mulheres obesas.

"Perder peso não é fácil, mas você não tem que entrar para uma academia e correr quilômetros todo dia, ou desistir de sua comida favorita para sempre."

"Fazer pequenas mudanças que você consegue manter no longo prazo pode ter um impacto real. Para começar, tente sair do ônibus uma parada antes da sua e cortar alimentos gordurosos ou com muito açúcar", afirmou.

"Perder peso demora, então, gradualmente, aumente (exercícios e alimentação saudável) para chegar a um estilo de vida mais saudável que você consegue manter", acrescentou.

"Sabemos que nosso risco de desenvolver câncer depende de uma combinação de nossos genes, nosso ambiente e outros aspectos de nossas vidas, muitos dos quais podemos controlar. Ajudar as pessoas a entender como elas podem reduzir o risco de desenvolver câncer ainda é crucial para enfrentar a doença", afirmou.

Para a médica, mudanças no estilo de vida como "parar de fumar, manter um peso saudável, ter uma dieta saudável e diminuir o consumo de álcool" são grandes oportunidades para reduzir o risco de desenvolver a doença.

"Fazer estas mudanças não é uma garantia contra o câncer, mas aumenta as possibilidades a nosso favor", disse.


Fonte: Saúde e Bem-estar

terça-feira, 17 de março de 2015

Sete exercícios que melhoram o desempenho sexual...

A noite passada nem foi tão boa assim e você está com dores nas pernas, na coluna lombar e, ainda por cima, exausto? Isso pode acontecer porque o seu preparo físico não está lá aquelas coisas e um esforço físico mais intenso, como a relação sexual, acaba exigindo dos seus músculos mais do que eles podem dar. 
"Além disso, o exercício físico pode ajudar a emagrecer e a aumentar a autoestima, melhorando a segurança e a busca pelo prazer", conta o personal trainer Givanildo Mathias, da assessoria Test Trainer, de São Paulo.

O Minha Vida conversou com os especialistas e elegeu uma lista de exercícios que vão te ajudar a arrasar na cama.

Condicionamento físico

Nem tudo o que é bom precisa durar pouco. Se você concorda, sabe que um bom condicionamento físico é indispensável para ter fôlego e aguentar mais tempo de relação. "A aptidão cardiorrespiratória é um pré-requisito principalmente para as pessoas mais ativas sexualmente", conta o personal trainer Givanildo. O especialista recomenda atividades aeróbicas, como a caminhada, a corrida, a bicicleta e a natação para deixar o corpo tinindo para a atividade sexual. "Além de prolongar o tempo de atividade, isso vai proteger o coração da sobrecarga que ocorre durante o sexo", complementa.

Fortalecimento de membros inferiores

Essa dica vai principalmente para as mulheres: "As posições em que a mulher se coloca durante a atividade sexual exigem muita força das pernas, se elas estiverem fracas, as dores nesses membros podem durar dias", explica Givanildo Mathias. Para preparar o corpo para a relação, vale lançar mão de um antigo aliado: o agachamento. "Esse exercício trabalha o quadríceps femoral, o glúteo e a musculatura posterior da coxa", conta. Aposte nesse "três em um" para deixar o sexo ainda mais interessante.

Fortalecimento de membros superiores

Os homens precisam de braços mais fortes para dar todo o suporte que uma mulher precisa. Givanildo recomenda os tradicionais supino e crucifixo para deixar os membros superiores em forma. "Esses exercícios fortalecem os músculos da pegada", reforça o especialista. Confira as dicas para malhar os braços sem sofrer lesões.

Abdominal

Tanto homens quanto mulheres precisam de um abdômen bem malhado para a atividade sexual. A dica para conseguir uma barriga trincada é variar de três a quatro tipos de abdominal. "Aposte no abdominal tradicional, depois faça o oblíquo e termine com o exercício para a parte baixa do ventre", recomenda Givanildo Mathias. Aprenda quatro tipos desse exercício.Mas se você foge da academia, vale a pena conferir outros seis exercícios que deixam a barriga chapada.

Coluna lombar saudável

Os músculos da região lombar da coluna são os antagonistas dos abdominais, muito solicitados durante a atividade sexual. O seu fortalecimento propicia um desempenho sexual muito melhor e previne dores nas costas no dia seguinte. "Os principais exercícios são abdominais, de extensão de coluna e quadril, flexão de coluna e quadril e exercícios de inclinação lateral do tronco", recomenda o educador físico Rodolpho Sunica, do Spa Sorocaba. "A extensão da coluna também vai ajudar a fortalecer a musculatura paravertebral, responsável por esse movimento", explica.

Alongamentos

"Os alongamentos são primordiais, pois melhoram muito a amplitude articular, evitando lesões durante a atividade sexual", explica Rodolpho Sunica. Os exercícios mais recomendados são os alongamentos para a região da coluna e as pernas, principalmente a região posterior da coxa. Lembre-se de segurar o membro alongado por pelo menos 15 segundos. Vale investir em uma aula específica de alongamentos, ou até mesmo em yoga e pilates, práticas que englobam alguns tipos de alongamento.

Quadril soltinho

Um bom jogo de cintura, principalmente para as mulheres, é essencial para uma boa relação sexual. "Elas podem investir em exercícios com bola suíça, que ajudam no fortalecimento, no equilíbrio, na coordenação e na estabilidade do quadril", orienta Rodolpho Sunica. Sentada na bola, faça círculos com o quadril no sentido horário e no anti-horário. Vale também projetar a pelve para frente e para trás.


Fonte: Saúde e Bem-estar 

domingo, 8 de março de 2015

Sete truques para emagrecer (ainda mais) com a caminhada...

O que lhe vem à mente quando você pensa em perder peso? Dieta? Academia? Esforço? Sacrifício? O que quer que seja, certamente estará relacionado a uma alimentação escassa e insossa e sessões de exercício físico monótono e extenuante. Mas o caminho para o emagrecimento não precisa ser uma via crucis de privações e sofrimento. 
Existem outras formas que exigem menos e que oferecem resultados tão eficazes como os proporcionados pelos exercícios mais pesados. Estamos falando do power walking, ou caminhada a passo rápido, uma atividade simples e agradável que pode ser incluída em seu próximo treino.

Aqui vão sete pontos chave que o ajudarão a entrar em forma caminhando. Porque passear não vale…

1. A mais de 4,8 km/h:
Se seu objetivo nas próximas semanas é acabar com os quilos a mais, a velocidade de suas sessões de power walking é essencial para o sucesso. É o que diz Ruth Cohen, personal trainer e especialista em fitness, que afirma: “O ideal é encontrar aquela velocidade que nos permita caminhar com a técnica adequada e com a qual nos sintamos confortáveis”. Mas, de que velocidade estamos falando? Segundo o Colégio Americano de Medicina do Esporte (ACSM), para um adulto saudável o aconselhável é caminhar a uma velocidade que oscile entre os 4,8 km/h e os 6,4 km/h.

2. Meça seus batimentos:
Para o doutor Carlos Sánchez Juan, chefe da unidade de Endocrinologia e Nutrição do Hospital Geral Universitário de Valência, mais importante que a velocidade é a intensidade. Ou seja, o ritmo cardíaco. “Um exercício físico adequado é aquele que exige de nosso coração batimentos entre 60% e 80% da frequência cardíaca máxima", explica. Como calcular isso? Simples. Subtraia sua idade da frequência cardíaca máxima (220). Assim, se tiver 40 anos, o resultado será 180, que é o número sobre o qual se deve aplicar a porcentagem mencionada. “Só conseguiremos perder peso se caminharmos com a intensidade máxima”, ressalta o médico. Existem braceletes que monitoram os batimentos.

3. Ande pelo menos 150 minutos por semana:
Tanto a personal trainer como o médico afirmam que, para obter os resultados que procuramos, é necessário distribuir pelo menos 150 minutos de atividade ao longo da semana, “sendo o ideal uma sessão diária de meia hora”, explica Cohen. O doutor Sánchez acrescenta: “A duração nunca deve ser inferior a 20 minutos”.

4. Preste atenção à técnica:
Se seu objetivo é acabar com os quilos a mais, a velocidade de suas sessões de power walking é essencial
Tão importante quanto o ritmo, a intensidade e a regularidade, é o modo como se caminha. “Quantos mais músculos estiverem envolvidos no movimento, maior será o gasto calórico”, afirma a personal trainer, que aconselha acompanhar a caminhada com um movimento de braços constante e ritmado (o braço direito balança com a perna esquerda e o esquerdo, com a direita). Agora a pergunta que todos nos fazemos é a seguinte: quantas calorias queimamos com a caminhada? Tendo em conta que o número que procuramos depende de fatores como a intensidade e a velocidade de nossas passadas, podemos nos orientar pelos dados revelados por um estudo do American College of Sports Medicine (Faculdade Americana de Medicina Esportiva), segundo o qual um homem que percorre 1.600 metros queima entre 124 e 88 calorias, enquanto uma mulher queima entre 105 e 74.
De acordo com essa pesquisa, existe uma fórmula para determinar a quantidade de calorias queimadas durante uma caminhada em um ritmo moderado de 5 km/h: 0,029 x (peso corporal em kg) x 2,2 x total de minutos praticados = quantidade aproximada de calorias queimadas.

5. Varie intensidades e exercícios:
A personal trainer dá outro conselho que o ajudará a reduzir o peso e que diz respeito ao tipo de caminhada. Segundo a especialista, para alcançar resultados eficazes, é importante dividir o tempo da sessão em trechos com diferentes intensidades. “O ideal é consultar um profissional que estude seu caso com base em dados concretos e estruture seu treino em função de patologias e objetivos”, diz ela. Por outro lado, o médico sugere complementar a caminhada com cinco a dez minutos de abdominais.
O ideal é encontrar aquela velocidade que nos permita caminhar com a técnica adequada e com a que nos sintamos cômodos

6. Escolha a roupa e o calçado adequados:
Apesar de parecer menos relevante, o certo é que tênis adequados a seu peso, sexo, idade e tipo de pisada também contribuem para alcançar o objetivo: perder peso. “Consulte lojas especializadas que analisam sua pisada e invista o que for necessário em um bom par de tênis. Pense que são seus pneus”, aconselha Cohen, que, embora não dê tanta importância à roupa, adverte de que devemos descartar as peças concebidos para suar. “Com elas, só se perde água, e não gordura, provocando uma desidratação excessiva e prejudicial”, explica.

7. Associe prazer ao exercício: no melhor mais adequado, com música ou companhia:
Sua sessão pode ser matinal, vespertina ou noturna. Para Carlos Sánchez, por ser parte de um processo de emagrecimento que, normalmente, se traduz em um esforço extra em nosso dia a dia, o ideal é que cada pessoa escolha o momento do dia que for melhor para si. Sem pressões. “Só existem duas situações que devem ser evitadas: quando fizer muito calor e logo depois de comer”, detalha. Cohen segue na mesma linha e acrescenta que não devemos cair na monotonia, por isso sugere, de vez em quando, trocar o asfalto pela natureza, passear com o cachorro, sair com amigos ou caminhar sozinhos com nossa música preferida.


Fonte: Saúde e Bem-estar 

sexta-feira, 6 de março de 2015

Grão-de-bico afasta depressão e ajuda na manutenção do peso...

O grão-de-bico sempre esteve presente, principalmente, na culinária árabe, utilizado no preparo de diferentes pratos, frios e quentes, como saladas, sopas, pastas e patês ou, até mesmo, em doces, devido a sua versatilidade. Parte da família das leguminosas, ele vem conquistando espaço nos cardápios brasileiros, mas ainda perde para o feijão, que é o mais presente nas refeições. O grão-de-bico não é um dos alimentos mais baratos, mas seus benefícios compensam o investimento. Mais do que importantes qualidades culinárias, ele é nutritivo, rico em proteínas, sais minerais e vitaminas do complexo B, além de ajudar no emagrecimento e também a espantar a depressão.

Um estudo publicado no Journal of the American College of Nutrition mostrou que uma dieta feita com grão-de-bico é capaz de reduzir o colesterol total e o colesterol ruim (LDL). Os pesquisadores acreditam que o resultado esteja associado à presença dos ômegas-3 e 6, que estão relacionados à diminuição do índice de gorduras no sangue e à prevenção de doenças cardiovasculares, como infartos e AVC. As fibras presentes nessa leguminosa são geralmente solúveis em água. Por isso, ele também colabora para o bom funcionamento do coração, pois diminui a absorção de açúcar, gordura e colesterol.

Rico em fibras, o grão-de-bico ajuda a regular o intestino e promove uma sensação de saciedade, já que auxilia no controle da fome e traz mais benefícios para a manutenção do peso. Por isso também pode ser consumido todos os dias. Uma opção é combiná-lo com cereais integrais, como o arroz, pois fornece proteínas de extraordinária qualidade, praticamente livres de água e gorduras elevadas. As grávidas também podem aproveitar muito um dos benefícios oferecidos, pois ele é rico em ácido fólico que previne problemas no feto. Já para as pessoas com diabetes, os carboidratos presentes são digeridos e absorvidos lentamente, o que aumenta a glicose aos poucos e reduz o nível de açúcar no sangue.

O grão-de-bico também ajuda no humor. Ele afasta a depressão, pois aumenta a produção de serotonina, graças à alta taxa de triptofano, mesma substância que faz do chocolate uma ótima fonte de bem-estar.

Outro benefício a ser destacado é a presença dos hormônios vegetais usados na reposição hormonal. Essas substâncias são eficazes na prevenção da osteoporose e no combate a doenças do coração e câncer de cólon. Além disso, o grão-de-bico pode aumentar a energia de uma pessoa, uma vez que é rico em ferro, um elemento integrante da hemoglobina, que transporta o oxigênio dos pulmões para todas as células do corpo e também faz parte dos principais sistemas enzimáticos para a produção de energia e do metabolismo. 


Fonte: Saúde e Bem-estar