sábado, 28 de junho de 2014

Transtorno afetivo bipolar: problema pode causar separações...

Você sabe o que é Transtorno afetivo bipolar (TAB)? Esta doença atinge cerca de 1,5% da população mundial e se divide em dois tipos: o tipo I, que apresenta toda a amplitude de variação do humor, da mania plena à depressão grave, e atinge igualmente a homens e mulheres; e o tipo II, que é o mais prevalente na população geral, sendo frequente em mulheres e apresentando a depressão como a fase mais predominante. saiba mais sobre este problema que acaba trazendo uma série de crise aos casais.

 "É comum algumas pessoas acharem que o transtorno afetivo bipolar (TAB) é mais comum em mulheres. Mas os homens também podem ter a doença. O problema é que, geralmente, o homem não procura se consultar com um médico tanto quanto a mulher, então, muitos possuem problemas sérios e nem desconfiam que possam ter transtorno bipolar. Uma coisa é certa: sem o tratamento adequado, a felicidade do casal fica comprometida", relata Amaury Cantilino, psiquiatra e pesquisador do Programa de Saúde Mental da Mulher da Universidade Federal de Pernambuco.

 Segundo o psiquiatra, nos homens, os sintomas da mania são mais exuberantes e isso torna a identificação da doença mais fácil. Esta fase é marcada por vários tipos de excessos que podem atrapalhar o relacionamento. "O parceiro pode começar a gastar demais, por exemplo. Também poderá ficar irritado por motivos banais e até agressivo quando contrariado. Outra característica é a desinibição sexual, que pode ser tão intensa, fazendo com que o bipolar corra o risco de trair a namorada ou esposa com outras mulheres", informa.

A depressão também é um sintoma que pode fazer parte da vida dos homens que sofrem com o transtorno: "Com ela, a libido do homem cai, há perda de interesse para diversas atividades, ele não sente mais prazer em estar com a parceira. Ou pode ocorrer o oposto, onde o namorado fica excessivamente inseguro e dependente da parceira. Talvez a fase depressiva do TAB seja motivo maior para separação, pois nem todas as mulheres conseguem suportar essas situações. É preciso saber que esses altos e baixos da doença não possuem cura, mas há tratamento. E incentivar o parceiro a procurar um médico é fundamental", diz Amaury.

Saiba como os sintomas do Transtorno Bipolar se manifestam em homens e mulheres:

- A frequência de mania é semelhante em homens e mulheres;
- Homens têm quadro de mania numa idade mais jovem que mulheres;
- A frequência de episódios depressivos e episódios mistos (sintomas de mania e depressão ao mesmo tempo) é maior em mulheres;
- Início de depressão bipolar é menor em mulheres;
- O diagnóstico tende a ser mais atrasado na mulher;
- Mulheres bipolares têm mais história familiar de comportamento suicida;
- A chance de transmissão de transtorno do humor é maior quando a mulher é afetada;
- Quanto ao desencadeamento de novas fases, as mulheres parecem ser mais sensíveis a fatores estressantes de vida (como problemas de saúde e familiares), sobretudo desencadeando fases de depressão;
- Em relação aos homens, mulheres bipolares apresentam mais comorbidade com: bulimia, transtorno de estresse pós-traumático e distúrbios tireoidianos;
- Em relação às mulheres, homens bipolares apresentam mais: jogo patológico, distúrbios de conduta e abuso/dependência de álcool e outras drogas;
- No entanto, mulheres bipolares apresentam 4 a 7 vezes mais abuso de substâncias psicoativas que mulheres não-bipolares.


Fonte: Saúde e Bem-estar

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Síndrome do pânico tem tratamento, mas diagnóstico é difícil...

Sensações assustadoras de aflição no peito, taquicardia, sudorese (suor), ondas de calor ou calafrios, atordoamento, confusão mental, descontrole, sensação de morte, falta de ar, tremores e formigamento nas mãos, sensação de desmaio e tantas outras podem ser manifestações psicossomáticas típicas de pessoas acometidas pela Síndrome do Pânico (também conhecida como distúrbio ou transtorno do pânico), conforme reconhece a Organização Mundial de Saúde (OMS). A Síndrome do Pânico, que acomete de 2 a 4% da população mundial, é um tipo grave de ansiedade (Ansiedade Paroxística Episódica), que incorre em crises de pânico súbitas sem motivos desencadeantes aparentes, como se a mente fizesse uma leitura errada da realidade, interpretando como perigosa uma situação segura.

O medo de que novas crises ocorram produz diferentes tipos de fobia, que se manifestam por um processo de associação, após a primeira crise, reagindo a quaisquer estímulos internos (uma dor, tontura, palpitações, etc) ou externos (local cheio, túnel, ambiente fechado como ônibus, metrô, etc) que podem desencadear uma nova crise irracional de medo ilógico, com crises repentinas de angústia e pavor que provocam um grande mal estar físico. Assim, a vida dessas pessoas vai se tornando restrita, limitando suas atitudes, que terá como resultado uma dramática incapacidade de dirigir a própria vida, até para execução das tarefas mais simples. Os sintomas físicos de uma crise de pânico (medo ou pavor violento e repetitivo) aparecem subitamente, sem nenhuma causa aparente (apesar de existir, mas difícil de se perceber).

Muitas pessoas chegam a perder o emprego, pois se sentem impotentes, incompetentes e até fracassadas por motivos até então invisíveis, o que pode levá-las a buscar refúgio no álcool ou nas drogas.
Quem sofre deste mal costuma fazer uma verdadeira maratona a diversos especialistas e, após uma quantidade exagerada de exames complementares, recebe, muitas vezes, o patético diagnóstico do "você não tem nada", o que aumenta sua insegurança e desespero. Por vezes, esta situação dramática é reduzida a termos evasivos como: estafa, nervosismo, estresse, fraqueza emocional ou problema de cabeça. Isto pode criar uma incorreta impressão de que não há um problema de fato e, portanto, não existe tratamento para tal.

Síndrome de Pânico tem cura?

A Síndrome de Pânico é uma doença psicossomática e a hipnose dinâmica é uma ferramenta utilizada para cura. A hipnose permite que uma pessoa, em estado alterado de consciência, possa ter acesso a recordações de situações anteriores e até de vidas passadas, sem perder a consciência, porém com a concentração focalizada, que não deixa que elementos externos interfiram no processo hipnótico. O subconsciente não está limitado pela lógica, espaço e tempo podendo lembrar de tudo. A mente pode comentar, criticar, censurar e a pessoa não perde o controle do que diz. Neste estado alterado de consciência é que a pessoa resgata lembranças que possam estar influindo negativamente na sua vida presente e que, provavelmente, seja a fonte de seus problemas e de muitas doenças psicossomáticas. A reapropriação do respeito por si próprio pode vir com a descoberta ou novas percepções sobre si mesmo, reaprendendo suas potencialidades, que o paciente a se tornar o seu agente de mudança e de cura.


Fonte: Saúde e Bem-estar 

terça-feira, 24 de junho de 2014

Fatores genéticos podem causar malformação dos dentes...

Os dentes são determinantes na harmonia do rosto. Dentes em desalinho, ou malformados podem ser responsáveis por constrangimentos e até traumas numa pessoa.

Dentes muito menores do que o normal, ou ainda muito maiores, e até mesmo em falta, exigem tratamento desde a infância. A rigor, a formação dos dentes se dá antes mesmo de o bebê nascer. São processos complexos que sofrem influência genética, hormonal e ambiental a ponto definir malformações que vão, muitas vezes, se tornar evidentes apenas quando nascerem os dentes permanentes.

É o caso, por exemplo, da microdontia (dentes bem menores do que o normal), da macrodontia (dentes muito maiores do que o normal) e da hipodontia (nascem menos dentes do que o padrão). Vale lembrar que a Ortodontia resolve cada um desses problemas com resultados muito naturais. Ainda assim, é importante consultar um especialista desde cedo quando esse tipo de problema já existe na família.

"Geralmente, as malformações dentárias têm um forte componente genético e hereditário, embora fatores ambientais também tenham influência", diz Marcelo Viola, ortodontista e membro do Conselho Científico da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas). "Entre 4% e 15% da população mundial têm algum problema relacionado à falta ou ao crescimento anormal de um ou mais dentes, principalmente os permanentes. Geralmente, não são problemas graves, mas podem significar prejuízo para as funções bucais e até impactar a harmonia do sorriso quando não diagnosticados ainda na infância e tratados adequadamente".


Na microdontia, o especialista diz que há dois grandes problemas: um estético e outro funcional. "Nos casos mais comuns, a microdontia acontece nos dentes incisivos laterais. Eles não se desenvolvem como os outros, ficando bem menores em relação aos vizinhos (incisivos centrais e caninos). Além da estética do sorriso, que pode ser bastante melhorada com pequenas intervenções, há o problema do diastema ou espaçamento. Com a falta de material dental e ausência de contato entre os dentes vizinhos, podem surgir problemas no encaixe dos dentes (oclusão) e também desalinhamento. O uso de aparelhos ortodônticos tanto nesse tipo de situação, como quando faltam alguns dentes, se dá no sentido de fechar os espaços ou adequá-los para receber procedimentos restauradores e restabelecer a função".

Viola explica que a macrodontia - que ocorre quando alguns ou todos os dentes atingem um tamanho muito maior e desproporcional do que o padrão - é ainda mais rara e geralmente está associada à presença de algumas síndromes. Um dos problemas mais graves, neste caso, é a falta de espaço para que todos os dentes se acomodem funcionalmente na arcada dentária - o que acaba, muitas vezes, resultando no apinhamento dentário (dentes "encavalados"). "Em determinados casos, a extração e o uso do aparelho ortodôntico são necessários, a fim de evitar, inclusive, a deformação facial". Diante disso, quem acaba de se lembrar de um caso semelhante na família já sabe que é preciso levar as crianças o quanto antes para uma consulta com o ortodontista.


Fonte: Saúde e Bem-estar 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Infecção urinária não tratada pode afetar os rins e até o sangue...

A urina é formada nos rins onde ocorre a filtração do sangue. A partir dali, ela é conduzida por pequenos canais que a transportam até a bexiga, onde é armazenada. A urina é estéril, ou seja, não há bactérias, fungos ou qualquer outro micro-organismo.

A infecção urinária ocorre quando alguma bactéria entra em contato com a urina e começa a crescer lá. Isso não é muito simples, pois o sistema urinário tem vários mecanismos de defesa, e a infecção somente ocorre quando a bactéria supera estas defesas. As bactérias que causam infecção com maior frequência são as que vivem no intestino e acabam entrando na bexiga através da uretra.
Algumas condições podem predispor a infecção, como pedra nos rins, pouca ingesta de água, períodos longos sem ir ao banheiro. Além disso, mulheres e idosos também apresentam maior índice de infecção.

A infecção na maioria das vezes causa sintomas como dor ao urinar, aumento da frequência de idas ao banheiro e dor abdominal. Menos frequentemente pode causar febre. E algumas pessoas ela pode não causar nenhum tipo de sintoma ou então causar sintomas inespecíficos como diminuição do apetite, cansaço ou mal estar.

Na suspeita de infecção urinária, deve-se procurar atendimento médico. Para confirmar o quadro de infecção, a equipe médica pode pedir exames como sedimento urinário e urocultura com antibiograma, sendo este último o exame que vai identificar qual bactéria causa a infecção e qual o melhor antibiótico para combatê-la. Apesar deste exame demorar de três a cinco dias para ficar pronto, ele é essencial principalmente para infecções de repetição ou resistentes ao tratamento inicial.

Como o agente que causa infecções urinárias é uma bactéria, o tratamento é sempre feito com uso de antibióticos por via oral, por períodos que podem variar de três a sete dias nos casos menos graves, podendo muitas vezes necessitar de antibióticos endovenosos por períodos que se estendem até 21 dias. A ingesta de bastante líquido ajuda no tratamento, agilizando o efeito dos antibióticos. Os sintomas da infecção começam a melhorar em 12 a 24h após o início do tratamento e geralmente após 48h não há mais sintomas. Atualmente algumas bactérias podem ser resistentes aos antibióticos mais comuns, e os sintomas podem persistir após o tratamento, nestes casos o paciente deve retornar ao médico para troca de antibiótico.

Nas pessoas que tem poucos ou nenhum sintoma, ou então nos casos em que não procuram atendimento médico e usam medicamentos que mascaram os sintomas, a infecção pode progredir e sair da bexiga, subindo pelos canais que levam a urina do rim até a bexiga, no caminho inverso, fazendo com que as bactérias cheguem até os rins.

Quando a infecção atinge os rins, chamado de pielonefrite, o quadro é mais grave e os sintomas mudam, podendo aparecer febre alta, dor na região lombar, vômitos e mal estar. Como o rim recebe um fluxo de sangue, é muito grande a possibilidade das bactérias entrarem na corrente sanguínea e causarem um infecção generalizada, ainda mais grave, chamada de sepse.


Além de poder se espalhar pelo organismo, a infecção quando atinge o rim pode também causar abcessos (bolhas de pus) nos rins e também diminuir a sua função. O tratamento da pielonefrite necessita do uso de antibióticos endovenosos, e muitas vezes internação. Quando há abcessos nos rins pode haver necessidade de punções ou mesmo cirurgias para remover esse pus. Se o rim for acometido por abcessos muito grandes ou numerosos há necessidade de retirar todo o rim para o controle da infecção.

Desta maneira, qualquer sintoma de infecção deve levar o paciente a procurar um médico para o correto diagnóstico e tratamento com medicamentos adequados. O tratamento da infecção é simples e rápido, porém se não tratada pode evoluir para infecção nos rins (pielonefrite) que é muito mais grave, podendo levar a infecção generalizada, abcessos renais, perda da função dos rins e quando causadas por bactérias mais resistentes e em pacientes com imunidade reduzida (diabéticos, idosos, etc.) pode até mesmo levar a morte.

Referências:
British Journal of Urology

Fonte: Saúde e Bem-estar

terça-feira, 17 de junho de 2014

Proteja o seu coração: pequenas mudanças fazem toda a diferença...

Sempre que mudamos nossos hábitos alimentares por conta própria, temos um único objetivo em mente: Melhorar a nossa aparência física. Poucas são aquelas pessoas que se preocupam com o bom funcionamento do organismo em primeiro lugar. O mais comum é só tomarmos alguma medida ao nos surpreendermos com o resultado de um exame. 

Um bom exemplo é em relação à saúde do nosso coração. Você sabia que as doenças cardiovasculares são as principais causas de morbidade e mortalidade no Brasil e no mundo ocidental? As suas formas mais comuns são o infarto, a insuficiência cardíaca, a isquemia e a morte súbita. A redução dos níveis de colesterol sanguíneo e triglicérides são, comprovadamente, as intervenções mais eficazes para a redução dessas doenças.  

O que muitos não sabem é que pequenas mudanças, na hora da escolha dos alimentos podem fazer toda a diferença. A opção por produtos light deve ser o primeiro passo. Eles contêm menos colesterol e gordura. Iogurtes, requeijão, creme de leite, enfim, estes e outros alimentos devem ser consumidos na sua versão light! Mesmo para quem não quer emagrecer, essa é a melhor opção.

Seguindo a mesma linha, que tal substituir o queijo amarelo (mussarela, parmesão, prato) por queijo branco magro, como o frescal, a ricota e o cottage? Outra boa troca é o leite integral, extremamente gorduroso, pelo leite desnatado ou, no máximo, semidesnatado. Do ovo, você deve usar somente a clara. Uma única gema contém mais de 200 mg de colesterol.

Quanto às carnes, nada de miúdos (coração, miolo, fígado). O melhor é optar pelas carnes magras, como as aves e os peixes. Mas, se você preferir as aves, esqueça a pele! E na hora do preparo, lembre-se de que o melhor é grelhar. Frituras são deliciosas, mas não devem fazer parte da sua rotina! Por isso, bacon e torresmo, nem pensar!


Quando for cozinhar, prefira óleos vegetais, como o de soja, milho, girassol e canola. E como ninguém vive sem um docinho, substitua os sorvetes, os bolos e os doces confeitados com cremes e chantili por picolés de frutas, doces de frutas, gelatina e tortas feitas em casa, ou, ainda, pela própria fruta. Esse sim é um alimento que não pode faltar no cardápio de ninguém! O mais importante é que você faça valer aquele velho ditado: Prevenir é melhor do que remediar!


Fonte: Saúde e Bem-estar 

domingo, 15 de junho de 2014

Cinco coisas que você tem que saber sobre a celulite...

Terror das mulheres, as celulites são um lipoedema, e deixam a pele com aquele aspecto de casca de laranja.

Veja quais são as 5 coisas que você tem que saber sobre a celulite!

1 - É preciso mudar os hábitos:
Estudos comprovam que para se livrar das celulites, a receita é simples: comer bem e fazer exercícios físicos. O que você talvez não saiba é que o cardápio "simples" demanda certo esforço, como evitar o álcool e consumir frutas, verduras, nozes e azeite de oliva todos os dias.

2 - Você tem que se mexer:
Praticar atividade física é uma questão de saúde! Mas, esta pode ser uma das soluções para você acabar de vez com a celulite. Além de melhorar o tônus muscular e dar mais sustentação à pele, basta que você inclua este hábito na sua rotina. Desde a caminhada leve até uma hora de musculação pesada, o segredo é não deixar o seu corpo parado!

3 - Acredite na medicina:
É comum encontrar produtos que prometem acabar com as celulites. Porém, a melhor saída ainda é investir nos manipulados. Procure um dermatologista e deixe que ele avalie o seu caso e faça um creme de acordo com suas necessidades.

4 - Faça automassagem:
Nada melhor do que um tratamento rotineiro contra as celulites. Como os procedimentos estéticos são caros, aposte nas suas próprias mãos! Faça automassagens com cremes próprios e detone esta vilã dia a dia!

5 - Não tenha medo dos tratamentos:
Dependendo do grau da celulite, é preciso partir para a guerra! E isso só é possível através dos procedimentos estéticos. Eles podem até ser caros, mas valem a pena! Aparelhos de radiofrequência e ultrassom são aliados fortes nesta batalha!



Fonte: Saúde e Bem-estar

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Qualidade de vida melhora com a cirurgia minimamente invasiva para a dor lombar...

Resultados de uma pesquisa, publicada na edição on-line da publicação especializada em coluna "Spine", revelam que os pacientes que se submetem a uma cirurgia lombar chamada de artrodese transforaminal minimamente invasiva obtém resultados melhores em muitos aspectos em comparação aos pacientes que passam por uma artrodese transforaminal aberta, forma mais invasiva para aliviar a dor debilitante.

"O novo estudo constatou que os procedimentos minimamente invasivos com incisões menores podem reduzir a dor lombar crônica, a hospitalização, as complicações pós-operatórias e as cicatrizes. Eles também podem reduzir os custos e as taxas de infecção em comparação com procedimentos abertos, mais invasivos", afirma o neurocirurgião especializado em coluna, Cezar Augusto de Oliveira.

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores analisaram, por sete anos, dados de 304 pacientes que passaram pelo procedimento minimamente invasivo. Foram 120 homens e 184 mulheres, com idade média de 62,4 anos, variando de 19 a 93 anos.


Segundo os pesquisadores, os pacientes têm demonstrado uma elevada taxa de satisfação com a técnica minimamente invasiva. A maioria dos pacientes está completamente livre de dor, retornou ao trabalho e às atividades diárias e tem uma melhor qualidade de vida após a cirurgia minimamente invasiva.


Fonte: Saúde e Bem-estar 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Câncer de mama é o que mais atinge as brasileiras...

Neste ano, o câncer que mais atingirá as mulheres brasileiras será o de mama - 20,8% dos casos -, segundo estimativas do INCA (Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva). A doença é também a principal causa de morte por malignidade em mulheres. Em 2011, foram 13.225 mortes segundo o Sistema de Informações de Mortalidade do instituto.


No mundo todo, o câncer de mama é o que tem maior incidência, somando mais de 1.384.000 casos novos por ano. De acordo com o oncologista Roger Akira Shiomi, do Instituto de Hematologia e Oncologia Curitiba (IHOC), essa incidência é decorrente do aumento da exposição das mulheres a fatores de risco.


"Fatores como o progressivo processo de urbanização e industrialização, trazendo consigo mudanças culturais e ambientais. A elevação do consumo de gorduras e álcool, a maior prevalência da obesidade e até a longevidade são motivos que levam ao aumento dos casos de câncer em geral entre a população feminina", destaca.

O médico explica que a exposição maior aos hormônios femininos também são causas para o problema, como a primeira menstruação mais precoce, idade mais tardia para a primeira gravidez, menor número de gestações, uso de anticoncepcionais orais e terapias de reposição hormonal. Em relação aos outros tipos de câncer, especialmente o de pulmão, acrescenta Dr. Shiomi, o crescente hábito de fumar entre as mulheres é um dos motivos da ascensão no número de casos novos.


Cura e prevenção

Dr. Shiomi afirma que "cerca de 30 a 35% dos casos de câncer de mama podem ser evitados por meio da alimentação e nutrição adequadas, atividade física regular e manutenção do peso ideal". Segundo ele, estudos indicam que o excesso de peso aumenta o risco de câncer de mama em 9% na pós-menopausa e que o consumo diário de 10g de álcool (uma dose) aumenta em 6% o risco de câncer, incluindo o de mama. "É necessária, também, uma criteriosa avaliação das pacientes que podem ou não se expor à reposição hormonal na menopausa", enfatiza.


Há cura para o câncer de mama quando a doença é detectada precocemente e o tratamento feito de forma adequada. O tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia hormonal e terapia alvo-molecular (baseada em medicamentos que agem sobre alterações específicas da célula maligna). Estágios mais precoces da doença podem permitir cirurgias sem a retirada de toda a mama.


Entretanto, o mais importante é prevenir. "Manter hábitos alimentares saudáveis, atividade física regular, evitar o cigarro e a bebida alcoólica, além de ficar atentas ao diagnóstico precoce são fundamentais. As mulheres não devem aguardar os sintomas para ir ao médico. O rastreamento não somente do câncer de mama, mas também colorretal e de colo de útero devem ser feitos ainda quando não apresentam sintomas, conclui ele.


Fonte: Saúde e Bem-estar

AVC: Causas e Prevenção...

Há tempos que o colesterol "ruim" (LDL) é conhecido como um dos grandes vilões do coração. Mas, o acúmulo de gordura nas artérias também pode ser responsável por um mal que somente no Brasil causa cerca de 180 mil internações por ano, segundo dados do Ministério da Saúde: o acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame.

Segundo a neurologista Gisele Sampaio Silva, professora adjunta da disciplina de neurologia da Universidade Federal de São Paulo-UNIFESP, o AVC é mais frequente em pessoas com idade avançada, mas hipertensos, fumantes, diabéticos, sedentários e indivíduos com colesterol alto também fazem parte do grupo de risco.
"A taxa elevada de colesterol LDL é um fator de risco para o AVC isquêmico", observa a especialista. Dividido entre hemorrágico, quando acontece um sangramento interno na caixa craniana, e isquêmico, que representa 80% dos casos e ocorre quando há uma artéria obstruída, o AVC apresenta sintomas como perda repentina da força muscular ou da visão, dificuldade de comunicação oral, tonturas, formigamento num dos lados do corpo e alterações da memória.

A fibrilação atrial (FA), um tipo muito comum de arritmia cardíaca, é uma doença que aumenta o risco de formação de coágulos no coração, que seguem para o cérebro, causando o AVC isquêmico. Níveis elevados de colesterol do sangue podem contribuir para a aterosclerose - uma doença inflamatória crônica que leva à obstrução das artérias pelo acúmulo de lípides (principalmente colesterol) em suas paredes. "Se um coágulo for formado na artéria carótida interna (artéria localizada no pescoço) sobre uma placa de aterosclerose, o risco de AVC isquêmico é grande", informa a neurologista.

O controle dos níveis do colesterol é apenas uma das medidas que as pessoas devem tomar para prevenir o derrame. "Colesterol elevado, hipertensão, diabetes são morbidades que aumentam o risco do acontecimento do AVC. Vale ressaltar que os indivíduos que possuem pais ou avós que já tiveram AVC precisam redobrar os cuidados", alerta Gisele. "O AVC isquêmico é uma emergência médica e seu tratamento é feito com medicamentos trombolíticos, que diluem o coágulo responsável pela isquemia", conclui.


Veja dicas para se prevenir do AVC

- Mantenha a pressão arterial sob controle.
- Evite o consumo de sal em excesso.
- Modere a ingestão de bebidas alcoólicas.
- Não fume.
- Controle o peso.
- Tenha uma alimentação saudável: evite gorduras saturadas (encontrada principalmente em alimentos de origem animal, como carne vermelha, derivados do leite e ovos) e frituras.
- Coma bastante frutas, verduras e fibras.
- Pratique exercícios físicos regularmente.
- Evite o estresse: faça atividades relaxantes como uma caminhada ao ar livre, conversar com amigos, passear com o cachorro. 


Fonte: Saúde e Bem-estar

sábado, 7 de junho de 2014

Grande parte das mulheres não usa preservativo...

Dados divulgados pelo Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) apontam que quase 40% das jovens entre 14 e 25 nunca ou quase nunca usam preservativo. Ainda, quase metade das mulheres teve sua primeira relação sexual entre os 15 e 17 anos.
A negligência nesse primeiro momento da vida sexual acontece devido a alguns fatores: o desconforto de usar um preservativo do tamanho errado, o medo de diminuir o prazer ou interferir na ereção, e a dificuldade em conciliar o momento do sexo e ter o preservativo em mãos.
O fato é que a maior parte das garotas não está atenta às DSTs. O uso das pílulas anticoncepcionais, em especial a pílula do dia seguinte, em oposição a 98% das mulheres reconhecerem o uso do preservativo como o método mais seguro, comprova que o maior medo é o da gravidez. A confiança no parceiro fixo também é um dos motivos que leva a não proteção durante o sexo.
"Além da desculpa do "incômodo", algumas meninas ainda se sentem julgadas ao ter um preservativo na bolsa - o que não deveria mais acontecer. Por isso, sempre buscamos ações que incentivem o cuidado, o uso do preservativo, mostrando que ele pode sim ser um instrumento de prazer na relação", explica Alfredo Maluf, Diretor da Preserv.

Por que usar camisinha

A impermeabilidade é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos esticaram e ampliaram 2 mil vezes o látex do preservativo masculino (utilizando-se de microscópio eletrônico) e não foi encontrado nenhum poro. Em outro estudo, foram examinadas as 40 marcas de camisinha mais utilizadas em todo o mundo. A borracha foi ampliada 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum exemplar apresentou poros.
Em 1992, cientistas usaram microesferas semelhantes ao HIV em concentração 100 vezes maior que a quantidade encontrada no sêmen. Os resultados demonstraram que, mesmo nos casos em que a resistência dos preservativos mostrou-se menor, os vazamentos foram inferiores a 0,01% do volume total. Ou seja, mesmo nas piores condições, os preservativos oferecem 10 mil vezes mais proteção contra o vírus da aids do que a sua não utilização.


Fonte: Saúde e Bem-estar

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Comer carne vermelha todo dia engorda?

A maior parte dos brasileiros é simplesmente apaixonada por carne vermelha. Seja no churrasco, nas receitas de frigideira, forno ou panela, este tipo de alimento está sempre no topo da lista das nossas comidas prediletas. Mas, quando se trata de emagrecimento, será que o consumo de carne vermelha é prejudicial?

Especialistas garantem que, em excesso, a carne vermelha pode, sim, representar quilos extras na balança. Além de ser mais calórica que o frango e o peixe, ela contém ácido araquidônico, uma substância pró-inflamatória que pode deixar o organismo resistente à perda de peso.

Por isso, muitas pessoas ainda continuam ganhando peso mesmo comendo apenas carne vermelha e salada, ou seja, tirando os carboidratos das refeições. Na verdade, o ciclo se torna vicioso, pois, quanto mais carne vermelha você consumir, mais dificuldade o seu organismo terá de eliminar a gordura consumida.

A melhor opção é variar no tipo de proteína. A soja deve fazer parte do seu cardápio, nem que seja uma vez por semana. Nos demais dias, consuma carne vermelha, no máximo, duas vezes. No restante, alterne entre as carnes brancas, peixe e frango.



Fonte: Saúde e Bem-estar

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Pesquisa comprova: homens engordam quando suas mulheres engravidam...

Estudo realizado por pesquisadores britânicos sugere que homens ganham em média 6,3 kg quando suas parceiras ficam grávidas. O estudo, realizado pela empresa de marketing britânica Onepoll, descobriu que os homens que ganharam peso durante a gravidez das parceiras geralmente tiveram um aumento de cerca de 5 centímetros em suas cinturas.
Cerca de 25% dos 5 mil entrevistados também afirmaram ter comprado novas roupas, devido ao ganho de peso causado pela paternidade. Um quinto dos pais pesquisados afirmou que só percebeu que tinha ganhado peso quando suas roupas não serviram mais. Mas 19% deles afirmaram que seus amigos alertaram que eles estavam mais gordos que antes, geralmente com piadas.

Lanchinhos

De acordo com a pesquisa, o aumento de peso parece estar relacionado com o maior consumo de alimentos, principalmente lanches e petiscos gordurosos. Um quinto dos entrevistados afirmou ter feito refeições maiores durante a gravidez da parceira, e 41% contaram que havia mais lanches e petiscos em casa. Entre os lanches prediletos dos pesquisados durante a gestação das parceiras estavam pizza, chocolate, batata frita e cerveja.
A pesquisa também concluiu que 25% dos homens consomem mais comida para fazer com que as parceiras grávidas se sintam melhores a respeito do próprio ganho de peso durante a gestação.
- A mulher normal ganha quase 13 kg durante a gravidez, e não é totalmente incomum para ela ter desejos por comidas mais gordurosas. Elas precisam de lanches mais regulares - afirmou um porta-voz da Onepoll.


Fonte: Saúde e Bem-estar