Pacientes que sofreram derrame têm 80% maior risco de fraturar o quadril ou a região da coxa. Os riscos seriam ainda maiores para aqueles com mais de 70 anos de idade, que costumam apresentar outros fatores de risco, como osteoporose.
A pesquisa da Universidade de Utrecht, na Holanda, que avaliou mais de 33 mil pessoas, sendo que 6,8 mil já haviam sofrido fratura no quadril, mostrou que aqueles que haviam sofrido derrame tinham 79% maior risco de fraturas. O risco é três maior nos primeiros três meses após o derrame.
Segundo os pesquisadores, logo após o derrame, deve-se avaliar outros fatores de risco de fraturas. A prevenção a quedas e o uso de agentes protetores dos ossos também devem ser adotados.
Pacientes hospitalizados por mais de duas semanas por causa de derrame e aqueles que tiveram acidente vascular cerebral hemorrágico também apresentaram maiores riscos de fratura, segundo o estudo.
Fonte: Saúde e Bem-estar

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